Linux

Como corrigir o problema das fontes estranhas no Wine

A pouco tempo formatei meu computador e depois que instalei o Wine, percebi que as fontes (no meu caso com o software Winbox da Mikrotik). O espaçamento das fontes estava todo estranho e alguns caracteres eram exibidos de forma errada. A correção foi bem simples, bastando apenas instalar o seguinte pacote: (adsbygoogle = window.adsbygoogle || []).push({}); apt-get install msttcorefonts A dica eu encontrei no wiki da mikrotik

Como desabilitar o IPv6 no Ubuntu

Sem delongas vamos ao processo para desativar a utilização de IPv6 no seu sistema Linux. Em um terminal, edite (como root) o arquivo /etc/sysctl.conf e adicione as seguintes linhas ao final do arquivo: net.ipv6.conf.all.disable_ipv6 = 1 net.ipv6.conf.default.disable_ipv6 = 1 net.ipv6.conf.lo.disable.ipv6 = 1 (adsbygoogle = window.adsbygoogle || []).push({}); Depois digite o comando: sudo sysctl -p para habiliar os novos parâmetros. E pronto.. simples e rápido.

Scripts no Ubiquiti EdgeRouter

Recentemente tive a oportunidade de fazer alguns trabalhos utilizando o EdgeRouter da Ubiquiti. Para quem não conhece, é um equipamento bem interessante que roda uma distro baseada no Vyatta, que por sua vez é baseado no Debian. Para quem tiver interesse em testar, pode baixar o VyOS, que também é baseado no Vyatta. Bom, o objetivo do post não é contar a história do sistema, mas apenas dar uma dica de como criar scripts para agilizarem a configuração de um ou N dispositivos de roteadores, firewalls ou o que for que estiver rodando o Vyatta ou um derivado.

Como alterar o editor padrão do cron

Na primeira vez que executamos o comando “crontab -e” em um sistema Linux, é solicitado qual o editor que desejamos definir como padrão. As vezes na pressa ou por falta de conhecimento, acabamos definindo um ou outro que, depois, percebemos não ser o mais adequado ou “preferido”, aí a ideia de mudar. Para definir o editor padrão do linux, e que, consequentemente será utilizado pelo sistema para abrir o crontab utilizamos o seguinte comando:

Bloquear sites https pelo Iptables

Certamente quem utiliza proxy transparente já sentiu a necessidade de bloquear sites que utilizam HTTPS como Facebook, Twitter, Gmail, Youtube, entre outros, e se viu num grande problema. Uma solução utilizada por alguns era bloquear todo o tráfego da porta 443 e liberar para destinos específicos, porém as dores de cabeça que esta manobra gera são grandes. Outra solução é implementar um recurso que está disponível no iptables a partir do kernel 2.

Configurações básicas no Apache2 - Parte 3

Dando continuidade nesta série dividida em três partes com um artigo escrito por mim para a revista InfraMagazine da DevMedia em maio de 2011. Segundo a Wikipédia, hardening é um processo de mapeamento das ameaças, mitigação dos riscos e execução das atividades corretivas com foco na infraestrutura com o objetivo principal de torná-la preparada para enfrentar tentativas de ataque. Se o servidor vai estar aberto na Internet, tem-se obrigação de mantê-lo seguro.

Configurações básicas no Apache2 - Parte 2

Dando continuidade nesta série dividida em três partes com um artigo escrito por mim para a revista InfraMagazine da DevMedia em maio de 2011. Depois da instalação padrão, o Apache já pode ser utilizado normalmente, eliminando a necessidade de inúmeras configurações adicionais. Para testá-lo, basta abrir o seu browser e acessar o endereço http://localhost. Neste momento você verá uma mensagem de confirmação do Apache. O próximo passo será realizar algumas alterações no httpd.

Configurações básicas no Apache2 - Parte 1

Introdução Este artigo foi originalmente escrito para a editora DevMedia, a pedido dos editores, em Fevereiro de 2010 para ser publicado na primeira edição da revista InfraMagazine em maio de 2011. Neste artigo será realizada a instalação do Apache de duas formas distintas. Uma delas é compilando através do código-fonte e a outra é através de pacotes próprios da distribuição. Também serão apresentadas configurações básicas de desempenho e segurança, recomendáveis em qualquer servidor Web Apache.

Referência crontab

Que atire a primeira pedra quem nunca foi adicionar uma tarefa ao crontab e teve que sair catando nas manpages ou na web a ordem dos parâmetros ou os valores possíveis em cada um deles… Encontrei essa “tabelinha” que é um excelente cabeçalho para o arquivo crontab: #& minuto (0-59), #& |& & & & hora (0-23), #& |& & & & |& & & & dia do mês (1-31), #& |& & & & |& & & & |& & & & mês do ano (1-12), #& |& & & & |& & & & |& & & & |& & & & dia da semana (0-6 with 0=Sunday).

Lançamento da InfraMagazine #1

Ontem, dia 28/04/2011 a editora DevMedia lançou oficialmente a revista InfraMagazine, uma revista voltada pra nós, pessoas que trabalham com infraestrutura em geral… recomendo a leitura =) Claro que o jabá não é a toa, fico orgulhoso em poder dizer que faço parte deste belo trabalho. No início do ano passado fui convidado pelo pessoal da revista a escrever um artigo voltado para o público iniciante/intermediário. Sugeri que fosse sobre Apache, mas com alguns detalhes a mais, que são fundamentais em qualquer instalação.

bmon: Monitor de tráfego de rede pela linha de comando

Quem usa Linux ou gerencia algum ou alguns servidores, provavelmente já precisou de alguma ferramenta para monitorar o tráfego de rede deste servidor *nix. Felizmente temos uma lista enorme de opções para todos gostos e sabores. iftop e jnettop são meus favoritos e instalo quase que por instinto nos meus servidores. (adsbygoogle = window.adsbygoogle || []).push({}); Esta semana fui apresentado a uma nova ferramenta que vem para complementar o canivete e oferecer outro recurso bacana que eu não tinha antes.

Recuperando a senha do root no Linux

Um imprevisto acontece e você esqueceu a senha do usuário root do seu servidor principal. Nenhum outro meio de acessar o SO, todo sistema está atualizado e 100% seguro contra algum tipo de invasão que você possa fazer e seja mais simples que uma formatação. Espera um pouco, 100% seguro? sabemos que isso não existe não é? Ainda mais se temos acesso físico a este servidor (ou um kvm-ip que na teoria seria a mesma coisa).

Como desabilitar terminais virtuais no linux

Dica rápida de como desabilitar os terminais virtuais (Ctrl+Alt+Fx) no Linux (GNU-Linux para os mais crentes). No arquivo /etc/inittab, comentar as linhas referentes aos terminais desejados como no exemplo abaixo: (adsbygoogle = window.adsbygoogle || []).push({}); # Note that on most Debian systems tty7 is used by the X Window System, # so if you want to add more getty's go ahead but skip tty7 if you run X.

Atualizando o MediaWiki para utilizar a skin Vector

Quem utiliza o MediaWiki e está ligado nos blogs pela web, já deve ter ouvido falar sobre a nova skin Vector que o time de usabilidade do MediaWiki desenvolveu e já está utilizando em seu site http://usability.wikimedia.org/wiki/Main_Page Wikipedia Usability Initiative. Não há duvidas que é uma skin muito mais bonita e agradável que a tradicional (e passada) monobook. Tentativa de Instalação Infelizmente não consegui utilizar a skin com a versão 1.

Habilitando cores e hilight no terminal Linux

Para usuários do Ubuntu, esta dica é válida apenas para quem utiliza versões anteriores a 9.04 porque esta já vem com estas opções ativas. Quem trabalha muito em terminais linux, locais ou remotos, muitas vezes sente falta das cores. Não, não é frescura nenhuma. Um terminal com cores diferentes para cada tipo de arquivo ou diretório é muito útil e facilita muito a vida de quem passa horas em um terminal.

Back to Gnome

Depois de testar o KDE4 por alguns dias, cheguei a conclusão de que sentia falta do Gnome. Domingo a noite removi o KDE por completo do meu sistema e voltei ao meu querido e descomplicado Gnome. Segunda até instalei o Englightenment e o OpenBox, mas não… não dá.. hehe Pode ser que é por costume. Tanto operacional quanto visual. Acho o gnome feinho em diversos pontos, mas muito prático e simples em muitos outros.

Testando o KDE 4

Ontem a noite estava sem muita coisa para fazer e com uma ideia que vinha movimentando os pensamentos a algum tempo. Instalar o KDE. Então, antes de dormir deixei meu ubuntu baixando os pacotes do KDE4. Hoje pela manhã estava tudo ok e pronto para uso. Já estou utilizando e irei continuar assim hoje o dia todo. Meu último contato não foi muito agradável, porém este está sendo mais interessante. Mesmo que o KDE pareça bem complicado para um usuário do GNOME, estou me entendendo por aqui.

Como configurar adaptadores Atheros 7005 no Ubuntu 64-bits

Recentemente troquei meu notebook por um Acer Aspire 4520, uma excelente máquina diga-se de passagem. De cara decidi instalar o Ubuntu 8.04 então, depois da instalação me deparei com um grande problema. A rede wireless não funcionava de jeito nenhum. Vasculhei a internet e não encontrei. Sem paciência, instalei a versão 32-bits, na qual utilizei o ndiswrapper para conseguir fazer funcionar a rede wireless. Semana passada resolvi colocar mais memória no computador, passar dos 2Gb para 4Gb.

Jabber: Openfire Autenticando no Active Directory

A muito tempo eu queria fazer um artigo explicando como colocar um servidor Jabber no ar utilizando o Openfire. Porém o software amadureceu bastente e hoje conta com pacotes .deb, .rpm e .pkg.gz, o que torna sua instalação relativamente simples, e um artigo com este foco seria um tanto quanto inútil. Pensando nisso, resolvi escrever com um foco em outro problema que algumas pessoas podem se deparar ao implementar um servidor Jabber em uma empresa um pouco maior.

Um pouco sobre o Komodo Edit

A algum tempo atrás eu fui apresentado ao Komodo Edit. No início nossa relação foi meio tortuosa e passamos pouco tempo juntos porque eu achava ele muito pesado e exigia muito da máquina. Memória era um item que não era muito abundante no computador. Apesar dos pesares, sempre mantive uma admiração pelo Komodo. Um editor simples, completo e grátis. Para ser perfeito só faltava ser leve (ou eu colocar mais memória).

Ubuntunando o PC

Primeiramente quero dizer que o termo utilizado no início do post, aparentemente foi cunhado por mim as 20:00 do dia 18 de Oububro de 2007 enquanto instalo o Ubuntu 7.10 no meu PC. Pesquisei no google e não obtive NENHUM resultado. Por enquanto baixei apenas a versão 32 bits do Ubuntu 7.10, então só posso instalá-lo no meu PC. A versão 64 ficou baixando lá no trampo e amanhã vem quentinha pro meu note.

Lista de discussao sobre Linux e Unixes em geral

Gostaria de fazer um convite a todos leitores para participar da lista de discussao da Comunidade Viva o Linux que é uma lista dedicada a discussões, dúvidas e troca de idéias relacionadas a Linux e Software Livre em geral. A intençao é unir a comunidade e criar mais um meio de integraçao e discussao para todos. A lista foi criada no Google Groups e para se cadastrar acesse a página da lista Comunidade Viva o Linux.

Adeus XMMS - Olá Beep Media Player

Acabo de remover o xmms do meu computador pela segunda vez. Bom, mas vamos por partes. Por que mudar do xmms para qualquer outro player? O xmms parou no tempo, ainda utiliza o gtk+1 o qual parou de ser mantido em 2002, nao suporta unicode que é uma realidade cada vez mais presente, sem contar nos ene bugs existentes a anos e ainda sem correções. Nao preciso lembrar que o Gentoo e o Slackware removeram o xmms da sua lista de aplicativos por estes mesmos motivos.

Como criptografar mensagens no Gmail

Esta dica vai para aqueles que prezam por segurança e/ou se sentem obrigados a utilizar clientes de email para poderem criptografar suas mensagens. Passeando pela internet, encontrei uma extensao para o Firefox que permite criptografar a mensagem com o GPG. Com o gnupg instalado no seu linux, abra um terminal e digite o seguinte comando: gpg --gen-key Preencha os itens solicitados e pronto, pode abrir o gmail e criptografar suas mensagens diretamente pelo browser.

Meu Linux nao dá problemas

Lendo por aí­ vi que muitos usuários de win que resolvem testar o Linux encontram N problemas mas mesmo assim falam bem em alguns pontos. Sou usuário de Linux a quatro anos, um deles dedicado ao Ubuntu. Por ter me apaixonado por estra distro, me sinto na obrigaçao de questionar estes “problemas” que este pessoal encontra. Como de praxe, meu texto será bem sucinto. “O Linux trancou diversas vezes sem explicaçao”.

Jornada por um laboratório livre Parte 2 - A aparência

Se pegou o bonde andando e quer saber que diabos estou falando neste texto, visite o /post/2007-04-jornada.por.um.laboratorio.livre.parte1/ primeiro atrigo da série. Relembrando o velho ditado “a primeira impressao é a que fica”. Pensando nisso, sei que nao posso simplesmente atirar o http://www.gnome.org" title=“Site do projeto Gnome Gnome e sua interface padrao para uma pessoa que sempre utilizou o Windows. Seria um choque “cultural” relativamente grande e nao quero deixar uma má impressao, portanto preciso fazer alguns refinamentos na interface do Gnome.

Jornada por um laboratório livre Parte 1 - O ini­cio

Aqui onde trabalho estamos iniciando um projeto para criar um laboratório de informática baseado 100% em software livre. Pretendo contar aqui a jornada para alcançar tal objetivo. Creio que nao será penosa na maioria dos quesitos, porém alguns ainda me trazem um mal pressentimento. A jornada se inicia, e na bagagem um bom conhecimento técnico em linux, um computador que será o servidor (utilizado pelo professor) e um dos computadores que será utilizado pelos alunos.

Primeiras impressões do Ubuntu 7.04 Beta

Nos últimos dias tive que iniciar alguns testes para um projeto. Eu pretendia realizar estes testes com a versao estável do Ubuntu, porém resolvi baixar o beta da versao 7.04 pra ver como estava. O objetivo deste texto nao é ser técnico com avaliações de desempenho e comparações milimétricas, mas sim passar a opiniao de um usuário que está acostumado com o Ubuntu 6.10. O hardware que realizei a instalaçao é relativamente simples.

Configurando o OpenVPN para múltiplos clientes

Muitas vezes precisamos interligar de forma segura diversos pontos que nao estao próximos fisicamente, ou, devido a algum imprevisto acabamos tendo que acessar remotamente e de forma segura os servidores de algum cliente. Vou explicar aqui como configurar um servidor OpenVPN para aceitar conexões de múltiplos clientes utilizando certificados gerados com o OpenSSL. Download e instalaçao do OpenVPN Modelo do arquivo openssl.cnf Gerando os certificados Modelo do arquivo servidor.

Configurando o squid 2.6 como proxy transparente

Alguns já devem estar se perguntando, mais um texto com esse assunto? Isso se acha aos montes na web. Porém, quem já tentou fazer um proxy transparente com o squid 2.6 sabe que nao é bem assim e que aquelas dicas que achamos por aa­ nao funcionam nessa nova versao. Na verdade, as alterações que devem ser feitas no squid.conf sao mais simples do que as que deviam ser feitas antes.

Firewall no Linux

Em poucas palavras posso definir como um firewall simples e rápido de se configurar. Depois de ler um artigo sobre instalaçao de um firewall no Ubuntu, resolvi testá-lo no meu Debian Sarge. apt-get install guarddog E como usuário comum digite: gksu guarddog (adsbygoogle = window.adsbygoogle || []).push({}); Particularmente gostei da interface. Simples e por enquanto eficiente. O guarddog nada mais é do que uma interface para a criaçao de regras do iptables.

Audacity gravando todos sons do computador

Quem já se aventurou a fazer gravações com o audacity provavelmente empacou na hora que quis gravar voz e deixar tocando uma musiquinha de fundo. Sao configurações simples que as vezes passam desapercebidas. Neste mini-artigo estou utilizando: Debian Sarge Gnome 2.8.3 Xmms 1.2.10 Audacity 1.2.3 liblame (compilada, mas nao tem mistério para compilar) (adsbygoogle = window.adsbygoogle || []).push({}); Ajustando o xmms Em preferências na aba “Plugins de E/S de audio” configure como plugin de saa­da o eSound (libesound.